As Mãos, O Melhor de António Pinho Vargas
Talento, disciplina e discrição. Estes serão os traços mais característicos de António Pinho Vargas, compositor e pianista que após mais de 20 anos de carreira se tornou numa referência obrigatória da música portuguesa e da nossa cultura.
‘As Mãos – o melhor de António Pinho Vargas’ é o título genérico do mais recente CD deste compositor e no qual se integram ‘todos os grandes temas da fase jazz’ do autor (…).
O rigoroso sentido crítico com que Pinho Vargas tem orientado o seu trabalho está na génese de um tipo de música singular, porque inimitável, e também por isso de impossível catalogação.
Do rock ao jazz, da clássica à contemporânea, sem esquecer a ópera, António Pinho Vargas estudou e praticou todos os genéros, acabando por criar uma sonoridade inconfundível e um estilo próprio. Pinho Vargas é já um compositor maior da História da Música Portuguesa.
Vítor Ribeiro, in Tempo Livre
"A possível luz do por vir" de Maria Augusta Gonçalves (sobre Lamentos, Artway/Next) (2024) | REQUIEM & JUDAS, Maria Augusta Gonçalves: "Quem viveu um momento e o outro, sabe o que aconteceu: chegar ao fim desses dois concertos, com a certeza de ter ouvido duas obras maiores da contemporaneidade, dois momentos que marcam a vida, que detêm a sua essência e se impõem na memória; dois momentos que regressam uma e outra vez, com tudo o que de humano se hesita sequer em reconhecer." (2014)